He may be the world's most traveled man. Heinz Stucke has circled the globe ten times or more, the hard way, by bicycle. He's been shot at, robbed, arrested, and celebrated, embraced and admired in every corner of the planet. But Stucke rarely sticks around for the accolades. He's a timeless wanderer. The Bikeman just keeps rolling.
Em Portugal, as três séries de Dragon Ball foram dobradas pelos Estúdios Novaga (responsáveis pela versão portuguesa de outras séries populares nos anos 90, como Sailor Moon (As Navegantes da Lua) e Saint Seiya (Os Cavaleiros do Zodíaco).
A dobragem Portuguesa tornou-se famosa pelas liberdades que tomou face à versão original (nomeadamente, a dobragem Francesa, a partir da qual a versão foi adaptada). Os poucos meios disponíveis na época levaram à adopção de várias técnicas humorísticas para tentar contrariar esta situação. O uso de sotaques regionais (em que personagens e figurantes eram ouvidos a falar com sotaque Alentejano ou Nortenho, por exemplo) servia para desviar a atenção do reduzido número de actores que compunham o elenco (geralmente cinco ou seis). A série acabou por ter uma elevada componente humorística, reforçada pelas múltiplas referências à realidade portuguesa da época (as personagens de Herman José ou à programação da SIC, a estação que sempre transmitiu a série). Esta versão, que assumidamente tem pouco a ver com os diálogos originais da série, ganhou um estatuto próprio e contribuiu para o enorme sucesso da série. As "pérolas do Dragon Ball" (piadas introduzidas pelos dobradores, muitas vezes para amenizar momentos de grande tensão ou violência ou para compensar a dessincronização com a velocidade dos diálogos originais) tornaram-se parte da cultura popular de uma geração e podem encontrar-se várias compilações das mesmas no YouTube.
Tudo contribuiu para a gigantesca popularidade da série em meados dos anos 90, tornando-se a versão Portuguesa de Dragon Ball uma espécie de "série de culto" em Portugal, continuando a gozar de uma enorme popularidade e de reposições ininterruptas até aos dias de hoje.
Um novo projecto para amantes da partilha de cultura está a nascer!
A partir de um interesse comum pela partilha de conhecimentos e saberes e pela divulgação generalizada da cultura, o grupo Cooltiva-te é um grupo aberto que pretende, quinzenalmente, num espaço ameno e em ambiente relaxado, debater assuntos da actualidade, apresentar resultados de investigações pessoais e desinteressadas, oferecer pequenos concertos musicais, expor impressões sobre leituras, reflectir sobre temas éticos, apreciar e criticar construtivamente as performances dos oradores.
O grupo surge ainda, no seguimento do interesse que os seus elementos têm em ampliar as suas competências no que respeita a apresentação e exposição e, nesse sentido, privilegia a interactividade e o feedback.
Cooltivar-se é para todos e o grupo assume como pedra basilar da sua personalidade a abertura a novos elementos que produzam apresentações cada vez mais ricas e mais diversas.
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As fotografias nas centrais do livro são autênticas pérolas