UM
MILHÃO DE ADESÕES PELA PAZ E A NÃO-VIOLÊNCIA
De
2
de Outubro de 2009 a
2 de Janeiro de 2010,
a
Marcha Mundial pela Paz e a Não-Violência percorrerá o mundo inteiro
para
pedir:
-
O
desarmamento nuclear a nível mundial,
-
A
retirada imediata das tropas invasoras dos territórios ocupados,
-
A
redução progressiva e proporcional do armamento convencional,
-
A
assinatura de tratados de não agressão entre países,
-
A
renúncia dos governos ao uso da guerra como meio de resolução de
conflitos; e
para
rejeitar todas as formas de violência.
ADERE
AQUI e REENVIA para todos os teus contactos.
ALGUMAS
ADESÕES EM MARÇO
Mário
Soares
Foi
três vezes Primeiro-ministro de Portugal, Presidente da República entre
1986 e
1996 e Deputado do Parlamento Europeu entre 1999 e 2004. Actualmente,
preside a
Fundação Mário Soares.
"Existe
o perigo de que a paz não esteja
consolidada. É necessário que acreditemos na cultura da Paz e não na
cultura da
violência. É necessário respeitar os outros, mesmo que não pensem como
nós e
sobretudo quando não pensam como nós. É necessário estar a favor da Paz
e da
Não-Violência e por isso aderi a esta Marcha Mundial."
Alexandre
Quintanilha
É
Professor catedrático do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar,
director do Centro de Citologia Experimental e coordenador do Instituto
de
Biologia Molecular e Celular, no Porto.
“O
dinheiro que se faz com a guerra é
imediato. Enquanto não se ultrapassar esse dilema, vamos ter que estar
todos a
insistir para que iniciativas destas tenham a maior adesão que seja
possível."
Câmara
Municipal de Matosinhos
Luandino
Vieira
Escritor
angolano nascido em Portugal, vencedor do Prémio Camões 2006, o
maior galardão
literário para a língua portuguesa, que recusou "por motivos íntimos e
pessoais".
SOS
Racismo
“É
intenção do SOS Racismo aderir à
Marcha Mundial pela Paz e Não-Violência pois esta é pautada por
princípios que
consideramos fundamentais para a construção de uma sociedade que se
quer cada
vez mais justa e sem discriminações.”
Grupo
Musical Mesa
INICIATIVAS
EM MARÇO
Dia da
Mulher em Lisboa
A MM
esteve
presente no Dia Internacional da
Mulher,
numa jornada reivindicativa e de confraternização organizada por várias
entidades, da área
do feminismo e do associativismo imigrante, na Alameda Afonso
Henriques, em
Lisboa.
No
dia 17 de Março a
Marcha Mundial pela Paz e a Não-Violência foi apresentada aos alunos da
Faculdade de Letras do Porto que, através da Associação de Estudantes,
aderiram
à maior marcha que a humanidade jamais presenciou.
O
largo de S.Domingos em Lisboa, foi o local escolhido para
assinalar a invasão no Iraque. Letra a letra formou-se a frase " Marcha
Mundial para a Paz e Não Violência" ao mesmo tempo que as palavras
"Paz, força e alegria" foram entoadas em alta voz.
Sara Tavares que estava de passagem pelo local não ficou indiferente e
participou no momento solene da formação da frase.
Marcha
simbólica percorre o centro do Porto
Para
assinalar mais um aniversário da invasão do Iraque e divulgar a Marcha
Mundial
pela Paz e a Não-Violência (MM), dezenas de pessoas fizeram um percurso
pelo
centro do Porto. O desarmamento nuclear, a retirada imediata das tropas
invasoras dos territórios ocupados, a redução progressiva e
proporcional do armamento
convencional, a assinatura de tratados de não agressão entre países, a
renúncia
dos governos ao uso da guerra e a renúncia a todas as formas de
violência são
as reivindicações da MM. Na rua, convidaram-se os transeuntes a
reflectir sobre
estes temas e a aderir a esta iniciativa